Olá Super Mãe.

Com que então meteste-te na aventura de teres várias pessoas pequenas para ajudar, estimular e desenvolver… ao mesmo tempo?

Eta mulher audaz! Estou no mesmo barco que tu: uma tripulação com as suas necessidades individuais e um objetivo comum para alcançar.

É difícil conciliar os diferentes filhos, cada um com as suas necessidades e tudo isto dentro de uma rotina de trabalho/negócio, vida pessoal, casamento…. e mais um par de botas.

Por aqui, temos o filho A a precisar de aprender a manter a calma quando está em grande grupo e o grande grupo está doido.

Depois, temos o filho B a precisar de aumentar o foco e a concentração, já que se distrai até com uma mosca a voar.

E por fim temos o filho C a precisar de se organizar quando tem de gerir um tempo limitado.

Para cada um, diferentes ambientes e acções a executar… e tudo isto em 24h que já estão cheias de tralha, certo?

1 – Roma e Pavia…

Queremos ser as melhores mães do mundo e queremos ter a certeza de que proporcionamos os melhores recursos aos nossos filhos, fazemos tudo por eles e essas coisas todas.

Mas não precisamos de conseguir tudo ontem! Os miúdos são um trabalho em construção… um passo de cada vez, numa caminhada de anos.

2 – O quotidiano é mágico

E proporciona excelentes casos práticos. Muitas vezes, não é tanto o “criar os momentos” mas o “aproveitar cada momento”.

A vida já nos exige tanto, podemos optar por mais atenção ao que temos em vez de estarmos a tentar arranjar mais tempo, mais obrigações, mais, mais e mais.


3 – Não tem de ser igual

Tratar igual o que é diferente, é tratar de maneira diferente.

Os nossos filhos são diferentes e o grau de “urgência” das das necessidades também. Se precisarmos de criar momentos concretos, podemos dividi-los tendo em conta o impacto que a necessidade tem na vida dos seus filhos e não numa divisão perfeita.

Até porque no final…

A verdade é que os miúdos vão ficar com trabalhos de casa, para se desenvolverem quando forem adultos.

Por mais que tentemos, não vamos ser as mães dos filhos perfeitos.

Vamos ser as mães dos alegres imperfeitos que se amam, se aceitam incondicionalmente, se cuidam e se desenvolvem porque sabem que podem sempre chegar mais longe, até onde quiserem.

O que achas?

Até já,

Catarina Louçada